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  1. Objetivo
  2. Acesso ao Cadastro
  3. Estrutura do Cadastro
  4. Dados Gerais do Roteiro
    1. Campos do Roteiro
  5. Comportamento do Cadastro
  6. Validações do Sistema
  7. Regras de Negócio do Cadastro de Roteiro
  8. Exemplo de Configuração
  9. Boas Práticas
  10. Considerações Finais

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  • A ordem das filiais influencia diretamente o resultado do custo médio;
  • Alterações no roteiro não afetam execuções já concluídas;
  • Alterações passam a valer apenas para novas execuções;
  • É possível ajustar iterações por filial conforme a complexidade do cenário.

06. VALIDAÇÕES DO SISTEMA

Ao salvar o roteiro, o sistema deve validar:

  • Existência de pelo menos uma filial ativa;
  • Quantidade de execuções válida (> 0);
  • Quantidade de iterações válida para todas as filiais (> 0);
  • Ordem de processamento sem duplicidade.

07. REGRAS DE NEGÓCIO

08. EXEMPLO DE CONFIGURAÇÃO

09. BOAS PRÁTICAS

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  • Quando o parâmetro MV_CUSFIL estiver configurado como E (Custo por Empresa), o roteiro de cálculo considerará automaticamente todas as filiais da empresa.
  • Nessa configuração, não será permitida a inclusão, exclusão ou edição das filiais no roteiro, pois o processamento será realizado de forma global por empresa.

08. BOAS PRÁTICAS

  • Comece com poucas iterações e aumente gradualmente;
  • Utilize nomes descritivos para facilitar identificação do roteiro;
  • Teste novas configurações em ambiente de homologação;
  • Documente no campo Observações o motivo da configuração.

09. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O Cadastro de Roteiro de Cálculo é essencial para garantir controle, previsibilidade e eficiência no recálculo de custo médio iterativo, permitindo que o processo seja adaptado à realidade operacional de cada empresa.