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Chave

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  • Criação de Projetos de Testes que Executam Processos a partir de informações pré-definidas
  • Criação de Projetos de Testes que permitem Incluir, /Editar ou Excluir registros dos principais cadastros, simplificando a validação de toda a estrutura de dados do sistema.

Módulos

...

...

Como Utilizar

Como Utilizar

Deck of Cards
idComo cadastrar

Facilitadores RM

Card
labelCadastros

Este módulo é focado na manipulação de registros do TOTVS RM por meio dos DataServers.

O DataServer é um componente-chave da arquitetura do RM, responsável por acessar e manipular dados diretamente nos objetos de negócio do sistema. Ele funciona como um serviço que expõe operações de consulta, inclusão, alteração e exclusão de dados dos módulos e telas do RM.

Cadastros

Incluir/Editar

Processos
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titleIncluir/Editar
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titleNavegação para
o Cadastro

Navegue no menu do TOTVS Automação de Testes e clique em: LInha RM Cadastros

  1. No menu lateral, acesse: Linha RMCadastros.
  2. Clique no card Incluir/Editar.

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Automação de Testes

É a primeira fase do Assistente de Configuração da Automação de Testes, responsável por:

  • Garantir que todas as etapas seguintes sejam carregadas com base na infraestrutura selecionada

1. Ambientes

No campo Ambientes, o usuário seleciona o ambiente RM que será usado como referência para buscar os dados necessários para configurar a automação.

Exemplo (baseado na tela enviada):

Esse ambiente é carregado a partir de uma listagem prévia que o sistema possui, podendo vir do controle interno do projeto ou de integrações com o RM.

2. Servidores (obrigatório)

O campo Servidores é obrigatório, pois define o servidor que será utilizado para:

  • Ler o arquivo broker.dat

Excluir

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title1. Automação de Testes
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titleExcluir

Configure a infraestrutura de referência:

  • Ambientes: Selecione o ambiente RM para buscar os dados de configuração.

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  • Servidor (Obrigatório): Escolha o servidor para a leitura técnica do sistema.

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title2. RM (Conexão)

Estabeleça a comunicação com o serviço RM.Host:

Informe o endereço (Ex: http://localhost:8051).

  • Por padrão, a porta mais utilizada é a 8051. No entanto, essa configuração pode variar de acordo com o ambiente ou alguma necessidade específica.
    Caso seja necessário, o usuário possui liberdade para alterar a porta, desde que o endereço informado seja válido e acessível.

Usuário e Senha: Insira suas credenciais de acesso ao RM.

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  • Utilize o botãoTESTAR CONEXÃO para validar os dados antes de prosseguir.


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title3. Contexto RM

Informe o contexto a ser utilizado para o DataServer.

Selecione o contexto adequado (como CodColigada, CodSistema, entre outros) no qual a automação será aplicada. Isso garante que os dados buscados pertençam à unidade de negócio correta.

Dentro do ecossistema TOTVS RM, o Contexto funciona como o "endereço" da sua operação. Ele avisa ao sistema em qual Coligada (Empresa) e em qual Sistema (Módulo) a ação deve acontecer.

Informações
  • Alguns DataServers do RM exigem um contexto específico para sua carga ou operação (Ex: CodColigada = 1).

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title4. DataServer RM

Nesta etapa, definimos qual cadastro será manipulado.

1.Clique em Selecionar para buscar o DataServer desejado (Ex: EstUndData).

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2. Filtros de Pesquisa: Utilize o botão + ADICIONAR FILTRO para buscar registros específicos no RM.

Exibir filhos

3. Clique em BUSCAR REGISTROS para visualizar os 50 últimos registros cadastrados no RM.
Após a exibição dos dados, será permitido selecionar apenas um registro para prosseguir para a próxima etapa do Wizard.

GIF

4. 

Informações
  • Caso não saiba o nome técnico, identifique o DataServer diretamente no cadastro do RM pressionando a combinação de teclas CTRL + ALT + F9 diretamente na tela de edição do sistema.
  • Crie bons filtros para identificar com precisão o seu registro base para a criação da sua atividade de testes SOAP.
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title5. Revisão do XML

Nesta etapa, o sistema gera automaticamente o XML que será utilizado na criação da sua atividade SOAP de automação.

Você pode alterar o XML conforme a sua necessidade, mas mantenha os seguintes cuidados:

  • Estrutura das Tags: Não remova ou altere o formato das tags para não invalidar a comunicação com o RM.

  • Para Inclusão/edição: Altere o XML conforme a sua necessidade, sempre mantendo o cuidado quanto a estrutura do mesmo.
Informações
  • Novas chaves primárias significam a criação de um teste de Inclusão (novo registro). Manter as chaves originais e alterar apenas os outros campos significa a Edição de um registro existente.

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Nota
Se clicar em ANTERIOR, qualquer edição manual feita no XML será perdida., caso clique em CANCELAR, não acontecerá nada.

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title6. Passo Final: Criação de Atividade SOAP

Configure as informações finais para que a atividade seja integrada ao sistema.


  • Grupo e Versão: Organize a atividade por grupo e defina a versão compatível com seu sistema RM.


  • Nome e Descrição: Escolha nomes que representem bem o propósito da automação.


  • Timeout: Defina o tempo máximo de execução (padrão 30 segundos).


  • Testar Execução: Recomendado para garantir que a requisição SOAP é funcional antes de finalizar a criação.

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titleFiltros RM

Filtros RM

TEseteteteteteteteekjwlawlifufwbcqliwufb4iyvfiyvfyfv4ikGFY4IGLIUG3U4GRFQO24IYROGFO7G5F
Card
labelProcessos

Processos

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titleNavegação para Processos

 1. Navegue no menu do TOTVS Automação de Testes e clique em: LInha RM  ProcessosImage Removed

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titleAutomação de Testes

Automação de Testes

É a primeira fase do Assistente de Configuração da Automação de Testes, responsável por:

  • Garantir que todas as etapas seguintes sejam carregadas com base na infraestrutura selecionada

1. Ambientes

No campo Ambientes, o usuário seleciona o ambiente RM que será usado como referência para buscar os dados necessários para configurar a automação.

Exemplo (baseado na tela enviada):

Esse ambiente é carregado a partir de uma listagem prévia que o sistema possui, podendo vir do controle interno do projeto ou de integrações com o RM.

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2. Servidores (obrigatório)

O campo Servidores é obrigatório, pois define o servidor que será utilizado para:

  • Ler o arquivo broker.dat

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titleRM

RM

A tela Informações do RM faz parte do fluxo de configuração do ambiente de automação de testes. Nela, o usuário deve informar os dados necessários para estabelecer comunicação com o RM.Host, serviço responsável por orquestrar e executar processos do RM.

Essa etapa é essencial para validar se o ambiente está corretamente configurado antes de avançar no wizard..

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titleEndereço do RM.Host

1.  No primeiro campo, você deve digitar o endereço usado para acessar o RM.Host.

Exemplo comum:

http://localhost:8051

Nota

O número final, chamado porta (ex.: 8051), pode ser diferente em sua instalação. Caso utilize outra porta, basta substituir.

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titleUsuário e senha

2. Digite o usuário e senha do RM:

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titleTestar execução 

3.  Depois de preencher todos os campos, clique no botão: TESTAR EXECUÇÂO

Ele serve para verificar se:

  • O endereço está correto

  • O usuário e senha são válidos

Se a conexão for bem-sucedida, você verá uma mensagem de confirmação.
Se der erro, revise os dados. 

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titleProcessos RM

Processos RM

Nesta etapa, o usuário deve selecionar um dos processos do RM executados hoje. A escolha do processo permite que a interface guiada (wizard) avance para a etapa de revisão do XML gerado.

A tela exibe uma lista com os processos do dia, junto com informações que ajudam na identificação. Para continuar, basta selecionar o processo desejado clicando no ícone à esquerda.

Nota

Certifique-se de fornecer os dados de conexão corretos, pois somente os processos executados com essas informações aparecerão na lista.

Informações apresentadas

  • ID Job – Identificador único da execução do job no RM.

  • Nome – Nome do processo registrado no RM.

  • Sistema – Código do sistema responsável pelo processamento.

  • Coligada – Unidade/empresa da execução.

  • Processo – Nome técnico do processo RM.

  • Parâmetros – Detalhes dos parâmetros utilizados na execução.

  • Criado Em – Data e hora em que o job foi gerado.

  • Inic. Em – Momento em que o processo iniciou.

  • Final. Em – Momento em que o processo foi finalizado.

  • Status – Situação final do job (ex.: concluído, com erro, em execução).

  • Servidor – Nome do servidor onde o processo foi executado.

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titleExibir informações do XML

Exibir informações do XML

Nesta etapa, você poderá visualizar todo o conteúdo do XML gerado a partir das informações preenchidas nas etapas anteriores. O objetivo é permitir que você confira se todos os dados estão corretos antes de finalizar o processo.

Aqui você pode analisar o XML completo, verificar se existe alguma inconsistência e garantir que tudo está conforme o esperado. Caso perceba algum erro, você pode voltar para as etapas anteriores, ajustar as informações e retornar para esta tela. Quando estiver tudo certo, basta avançar para concluir o Wizard.

Nota

Se você clicar em ANTERIOR, aparecerá uma mensagem de confirmação:

Deseja realmente voltar? As alterações serão perdidas.

Isso significa:

  • Se você editou o XML manualmente e tentar voltar, o sistema descarta qualquer modificação feita na tela.

Criação  de Atividade

Nesta etapa, você irá configurar as informações finais necessárias para que a atividade seja criada dentro do sistema. Essas informações definem como a automação será identificada, descrita e executada quando for utilizada em um fluxo. Dependendo do tipo de atividade que você estiver criando, esses dados serão utilizados pelo sistema para estruturar e realizar corretamente a execução durante os testes ou processos automatizados.

Ao finalizar a criação você poderá ser redirecionado para a atividade adicionada ou voltar para o estágio inicial do wizard para reiniciar o fluxo.

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titleGrupo

Seleciona o grupo ao qual a atividade pertencerá.

  • O grupo organiza e controla quem pode visualizar ou utilizar essa atividade.
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titleCriação de Atividade

Criação  de Atividade

Nesta etapa, você irá configurar as informações finais necessárias para que a atividade seja criada dentro do sistema. Essas informações definem como a automação será identificada, descrita e executada quando for utilizada em um fluxo. Dependendo do tipo de atividade que você estiver criando, esses dados serão utilizados pelo sistema para estruturar e realizar corretamente a execução durante os testes ou processos automatizados.

Ao finalizar a criação você poderá ser redirecionado para a atividade adicionada ou voltar para o estágio inicial do wizard para reiniciar o fluxo.

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titleGrupo

Seleciona o grupo ao qual a atividade pertencerá.

  • O grupo organiza e controla quem pode visualizar ou utilizar essa atividade.
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titleVersão

Define a versão da atividade que está sendo criada.

  • Isso é útil para controle de alterações e evolução de processos.
Informações

Se for necessário utilizar mais de uma versão do RM no seu ambiente, é recomendado que a versão da atividade seja compatível com o sistema RM em uso. Caso contrário, pode-se optar por uma versão padrão de sua preferência.

Section
Column

Exemplo utilizando a versão do RM

Column

Exemplo utilizando a versão padrão

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titleNome da atividade

É o nome que identificará a automação dentro da plataforma.

  • Escolha um nome que represente bem o que a atividade faz, facilitando a identificação por você e pela sua equipe.

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titleDescrição da atividade

Campo destinado a explicar, de forma resumida, o propósito da automação.

  • Uma boa descrição ajuda a documentar o processo e facilita a manutenção futura.

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titleTimeout (segundos)

Tempo máximo que a execução pode levar antes de ser interrompida automaticamente.

  • O valor padrão é 30 segundos, mas você pode aumentar caso o processo do RM costume demorar mais.

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titleTestar execução 

Testar Execução

O botão Testar Execução permite validar a requisição SOAP antes de finalizar a criação da atividade. Durante o teste, o sistema envia a requisição utilizando os dados informados no XML e retorna o resultado da operação, permitindo verificar se:

  • Os parâmetros foram preenchidos corretamente

  • A estrutura do XML está válida

  • A operação SOAP está respondendo conforme esperado

Esta funcionalidade é recomendada para garantir que a atividade será criada com uma requisição funcional e que não ocorrerão falhas durante sua execução no fluxo automatizado.

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