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Este tipo de infraestrutura se aplica quando os sistemas estão segregados nas empresas e parte deles estão em Cloud e outra parte on-premise, e ambos precisam se comunicar para um propósito único.

Neste conceito, a TOTVS exige que o TAF esteja sempre como um módulo, ou seja, tem de estar inserido junto ao backoffice SEMPRE. 

Nota
titleNota:

Exceção: Ele não caberá como um módulo quando os pré-requisitos não puderem ser implementados ou quando o backoffice não for Microsiga Protheus, por exemplo, RM, Logix, Datasul ou outros de mercado. Porém é importante manter a regra de estar SEMPRE JUNTO ao backoffice mesmo que de forma segregada, devido ao modelo de comunicação ST(Shared Table) que estabelece maior performance na integração.


Se não for possível manter o TAF junto ao Backoffice( On Premise e Cloud ), temos:

Que

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avaliar com mais detalhes o modelo ideal, considerando volumetria e tecnologias envolvidas.

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Por meio desta análise podemos chegar a

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melhor opção

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de implantação.

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    • Volumetria: A maior movimentação a ser transferida para o TAF pode vir do ambiente on-premise e para isso, tendo o TAF em Cloud pode onerar bastante a performance das transmissões;

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    • Tecnologia envolvida: Deve-se avaliar também, quais as opções disponibilizadas pelos serviços de Cloud contratados para atender a transferência dos arquivos gerados no ambiente Cloud para o ambiente do cliente (on-premise), ou vice-versa; uma sugerida é a transferência de arquivos via FTP (File Transfer Protocol).
    • Disponibilidade: Para outros cenários de integração envolvendo sistemas Cloud X on-premise, é necessário consultar as linhas de produto envolvidas nos processos mais a equipe TAF, pois os sistemas possuem particularidades nas integrações quanto à este modelo envolvendo Cloud, podem não atender algum requisito.

Já temos em uso o seguinte cenário:

Escopo FISCAL:

ERP Microsiga Protheus em Cloud conectando com outros softwares on-premise da infraestrutura do cliente, no caso com o Logix. Neste cenário, o TAF foi instalado junto ao backoffice (Logix - on-premise) que possui o maior volume de informações a serem integradas com o TAF. Logix e TAF se integram via ST (Shared Table) e o Microsiga Protheus (Cloud), gera um arquivo texto (TXT) para ser importado no TAF (manualmente devido ao baixo volume).

    • O Microsiga Protheus, por meio do módulo SIGAFIS está preparado para gerar os arquivos

...

    • com as informações Fiscais/Tributárias necessárias (manualmente ou via schedule) para importação no TAF, e

...

    • ele por sua vez, também está preparado para importá-

...

    • las de forma manual ou, de forma automática, porém a automática depende de um serviço de transferência de arquivos independente dos produtos (abaixo está o exemplo de um serviço de FTP).

 

Exemplo de script a ser criado para acessar o ftp e buscar o arquivo e trazer para o TAF processar.

1) Criar o arquivo onde seu conteúdo é o script abaixo: 

Image Removed

2) Com o arquivo criado e validado, efetuar a execução do mesmo. Sintaxe: ftp -s:<nome do arquivo de script criado>

Informações
titleImportante:

Para outros cenários de integração envolvendo sistemas Cloud X on-premise, é necessário consultar as linhas de produto envolvidas nos processos mais a equipe TAF, pois os sistemas possuem particularidades nas integrações quanto à este modelo envolvendo Cloud.

Como boa prática, as integrações por meio de arquivos textos devem ser particionadas de forma a otimizar a integração; resumindo, isso significa que ao invés de gerar um arquivo grande com movimentos de 1 mês, deve-se gerar vários arquivos pequenos com movimentações diárias. Com isso:

  • Ganha-se performance na transferência e na integração;
  • Evita consumo excessivo da banda de rede, que pode inclusive ocasionar quedas de outros serviços que também estão em execução;

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