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Estimamos a quantidade de recursos necessários para suportar a solução do ERP TOTVS Protheus com foco na operação e disponibilidade do ambiente dentro do padrão de mercado. Estudamos as tecnologias de nuvem pública de cada fornecedor para proporcionar a melhor experiência de nosso cliente para com outras arquiteturas possíveis.do uso do Protheus, com as arquiteturas disponíveis ao nosso cliente, com foco na operação e disponibilidade do padrão de mercado.  Com isto, pretendemos verificar o escalonamento vertical e horizontal necessários para o bom desempenho do produto, determinando assim, o blueprint para cada arquitetura, conforme os testes de benchmark e a homologação em clientes betas

Os Alguns dos conceitos que aplicamos no decorrer dos testes podem ser verificados abaixo, dentre eles, o escalonamento vertical e horizontal, conforme a solicitação por demanda.

Aviso
titleAtenção

Para minimizar a latência, em quaisquer nuvens públicas utilizadas, escolha a região mais próxima à sua localização.

Escalonar verticalmente (scale up/down) significa adicionar ou remover recursos de um único nó em uma VM, normalmente envolvendo a adição de CPU’s, memória e disco SSD em modo high performance. Tal escalonamento vertical , dicionário em RAM, o conceito de Slave VIP. de sistemas existentes, também nos permite usar tecnologia de virtualização de forma mais eficiente, uma vez que ele fornece mais recursos para o conjunto hospedado de sistema operacional e módulos de aplicação a compartilhar. Com esse cenário podemos adquirir conhecimento e tomar vantagem de tais recursos, que também podem ser chamados de "aumento", como a expansão do número de processos daemon executando no momento. Escalabilidade de aplicação é o desempenho melhorado de execução de aplicações em uma versão aumentada (scaled-up) do sistema.

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Escalonar horizontalmente - scale out/inAdicionamos mais VMs ou serviços para a distribuição da carga dos serviços do Protheus. Podemos, por exemplo, necessitar de uma nova VM com 6 serviços slaves 2 serviços secundários e um DBAccess que utiliza modo distribuído ou SPOFLess. Como os recursos computacionais estão mais acessíveis e o desempenho continua a crescer, aplicações de computação de alto desempenho - como análise sísmica e cargas de trabalho - tem uma mudança muito rápida no volume de dados para tarefas que antes, exigiam melhor desempenho.  Com o escalonamento horizontal, podemos liberar recursos, diminuindo a bilhetagem, e obter poder de computação agregada (que geralmente excede ao de computadores baseados em um único processador tradicional).

O desenvolvimento de interconexões de alto desempenho , (como Ethernet Gigabit,) entre os servidores, respeitando o tráfego de dados de no mínimo 1 Gigabit por segundo, aliado ao nível de processamento com clock mínimo de 2.0GHz3GHz, demonstra desempenho conforme estudo já realizado com este clock. Também é importante ressaltar que quanto maior o clock, mais poder de processamento; temos, consequentemente, melhores tempos para o processamento de relatórios. O crescimento constatado  constatado direcionou para demanda por  por arquitetura scale out/in, já que esta possibilita o gerenciamento e manutenção mais eficientes de vários nodes, com o mínimo de recurso operacional.

A imagem abaixo, demonstra um exemplo de máquinas slavemáquinas secundárias em cenários com crescimento pela horizontal:

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Escalonar verticalmente - scale up/down: Adicionamos ao servidor (master ou slaves) recursos para o melhor gerenciamento dos serviços que estão sendo executados. Estes recursos são referentes apenas à máquina, como CPU, memória ou disco, por exemplo.

Dicionário em Memória RAM: Pensando em um cenário de escalabilidade horizontal para o Application Server (onde distribuímos vários serviços "Slave" do Application Server em vários equipamentos), foi desenvolvido um mecanismo de cache dos dicionários de dados (SXS) do ERP em memória, com sincronismo automático, em parceria com a Faircom® para retirar o overhead de rede na leitura dos metadados. Para isso, a partir da Build 7.00.121227P, o pacote de arquivos do Application Server passa a ser distribuído com uma versão do c-Tree Server compilada em DLL, conhecida por BoundServer. Utilizando um c-Tree Server com a licença Faircom c-Tree Server Enterprise, podemos configurar um ou mais Application Servers do ambiente para replicarem os dicionários do ERP desejados entre estas instâncias, onde cada Application Server com esta configuração vai acessar os dados dos arquivos do cache para operações de leitura, e um mecanismo de sincronismo entre o c-Tree Server e os Application Server(s) trabalhando com o cache (mecanismo ou thread de notificação) mantém os caches dos dados atualizados caso alguma das tabelas em memória seja alterada. 

Slave VIP: Em um cenário de alta disponibilidade, um dos slaves pode ser mantido como VIP

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