Processos 1. Navegue no menu do TOTVS Automação de Testes e clique em: LInha RM → Processos 
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Automação de TestesÉ a primeira fase do Assistente de Configuração da Automação de Testes, responsável por: 1. AmbientesNo campo Ambientes, o usuário seleciona o ambiente RM que será usado como referência para buscar os dados necessários para configurar a automação. Exemplo (baseado na tela enviada): Esse ambiente é carregado a partir de uma listagem prévia que o sistema possui, podendo vir do controle interno do projeto ou de integrações com o RM. 
2. Servidores (obrigatório)O campo Servidores é obrigatório, pois define o servidor que será utilizado para: 
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RMA tela Informações do RM faz parte do fluxo de configuração do ambiente de automação de testes. Nela, o usuário deve informar os dados necessários para estabelecer comunicação com o RM.Host, serviço responsável por orquestrar e executar processos do RM. Essa etapa é essencial para validar se o ambiente está corretamente configurado antes de avançar no wizard.. 1. No primeiro campo, você deve digitar o endereço usado para acessar o RM.Host. Exemplo comum: http://localhost:8051
O número final, chamado porta (ex.: 8051), pode ser diferente em sua instalação. Caso utilize outra porta, basta substituir. |

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2. Digite o usuário e senha do RM: 
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3. Depois de preencher todos os campos, clique no botão: TESTAR EXECUÇÂO Ele serve para verificar se: Se a conexão for bem-sucedida, você verá uma mensagem de confirmação. Se der erro, revise os dados. 
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Processos RMNesta etapa, o usuário deve selecionar um dos processos do RM executados hoje. A escolha do processo permite que a interface guiada (wizard) avance para a etapa de revisão do XML gerado. A tela exibe uma lista com os processos do dia, junto com informações que ajudam na identificação. Para continuar, basta selecionar o processo desejado clicando no ícone à esquerda. Certifique-se de fornecer os dados de conexão corretos, pois somente os processos executados com essas informações aparecerão na lista. |
Informações apresentadasID Job – Identificador único da execução do job no RM. Nome – Nome do processo registrado no RM. Sistema – Código do sistema responsável pelo processamento. Coligada – Unidade/empresa da execução. Processo – Nome técnico do processo RM. Parâmetros – Detalhes dos parâmetros utilizados na execução. Criado Em – Data e hora em que o job foi gerado. Inic. Em – Momento em que o processo iniciou. Final. Em – Momento em que o processo foi finalizado. Status – Situação final do job (ex.: concluído, com erro, em execução). Servidor – Nome do servidor onde o processo foi executado.

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Exibir informações do XMLNesta etapa, você poderá visualizar todo o conteúdo do XML gerado a partir das informações preenchidas nas etapas anteriores. O objetivo é permitir que você confira se todos os dados estão corretos antes de finalizar o processo. Aqui você pode analisar o XML completo, verificar se existe alguma inconsistência e garantir que tudo está conforme o esperado. Caso perceba algum erro, você pode voltar para as etapas anteriores, ajustar as informações e retornar para esta tela. Quando estiver tudo certo, basta avançar para concluir o Wizard. Se você clicar em ANTERIOR, aparecerá uma mensagem de confirmação: Deseja realmente voltar? As alterações serão perdidas. Isso significa: |
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Criação de AtividadeNesta etapa, você irá configurar as informações finais necessárias para que a atividade seja criada dentro do sistema. Essas informações definem como a automação será identificada, descrita e executada quando for utilizada em um fluxo. Dependendo do tipo de atividade que você estiver criando, esses dados serão utilizados pelo sistema para estruturar e realizar corretamente a execução durante os testes ou processos automatizados. Ao finalizar a criação você poderá ser redirecionado para a atividade adicionada ou voltar para o estágio inicial do wizard para reiniciar o fluxo. Seleciona o grupo ao qual a atividade pertencerá. - O grupo organiza e controla quem pode visualizar ou utilizar essa atividade.

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Criação de AtividadeNesta etapa, você irá configurar as informações finais necessárias para que a atividade seja criada dentro do sistema. Essas informações definem como a automação será identificada, descrita e executada quando for utilizada em um fluxo. Dependendo do tipo de atividade que você estiver criando, esses dados serão utilizados pelo sistema para estruturar e realizar corretamente a execução durante os testes ou processos automatizados. Ao finalizar a criação você poderá ser redirecionado para a atividade adicionada ou voltar para o estágio inicial do wizard para reiniciar o fluxo. Seleciona o grupo ao qual a atividade pertencerá. - O grupo organiza e controla quem pode visualizar ou utilizar essa atividade.

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Define a versão da atividade que está sendo criada. - Isso é útil para controle de alterações e evolução de processos.
Se for necessário utilizar mais de uma versão do RM no seu ambiente, é recomendado que a versão da atividade seja compatível com o sistema RM em uso. Caso contrário, pode-se optar por uma versão padrão de sua preferência. |
Exemplo utilizando a versão do RM 
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Exemplo utilizando a versão padrão 
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É o nome que identificará a automação dentro da plataforma. - Escolha um nome que represente bem o que a atividade faz, facilitando a identificação por você e pela sua equipe.

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Campo destinado a explicar, de forma resumida, o propósito da automação. - Uma boa descrição ajuda a documentar o processo e facilita a manutenção futura.

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Tempo máximo que a execução pode levar antes de ser interrompida automaticamente. - O valor padrão é 30 segundos, mas você pode aumentar caso o processo do RM costume demorar mais.

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Testar ExecuçãoO botão Testar Execução permite validar a requisição SOAP antes de finalizar a criação da atividade. Durante o teste, o sistema envia a requisição utilizando os dados informados no XML e retorna o resultado da operação, permitindo verificar se: Os parâmetros foram preenchidos corretamente A estrutura do XML está válida A operação SOAP está respondendo conforme esperado
Esta funcionalidade é recomendada para garantir que a atividade será criada com uma requisição funcional e que não ocorrerão falhas durante sua execução no fluxo automatizado. 
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