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01. Introdução: Diferença entre NF-e e NFS-e

Diferentemente do processo da NF-e (Nota Fiscal Eletrônica), no qual a nota é enviada diretamente à SEFAZ para autorização, o processo da NFS-e (Nota Fiscal de Serviços Eletrônica) exige que o contribuinte envie um RPS (Recibo Provisório de Serviço) à prefeitura. A prefeitura, então, emite a NFS-e com base nesse recibo e retorna as informações autorizadas ao contribuinte.

Observação:
Ao escriturar os movimentos referentes às NFS-e, inicialmente será registrado o número do RPS (não o número da NFS-e). Caso o usuário deseje utilizar o número fornecido pela prefeitura (NFS-e definitivo), é necessário seguir o processo descrito abaixo.

01.1. Características Principais do Processo com RPS

01.2. Performance

Este processo deve ser usado para faturamento de até 50 notas por vez, para o faturamento de um número maior recomenda-se a utilização do processo Gerar Movimento com Número da Prefeitura Automático (Job).

02. Configuração do Processo

02.1. Criação do Movimento de RPS (Tipo 2.1.XX)

Nota: A estrutura do movimento é idêntica à de uma NFS-e comum, com exceção do parâmetro acima.

02.2. Opções de Faturamento

Após a criação do RPS, configure como o sistema deve gerar o movimento com o número definitivo da NFS-e:

02.2.1. Faturamento Automático

03.2.2. Faturamento Sem Seleção do Tipo de Movimento

03. Informações Adicionais

03.1. Execução do Job de Geração de Movimentos

03.2. Tratamento da Data de Competência

04. Resumo

  1. Crie o RPS (movimento 2.1.XX) com o parâmetro Gerar Movimento de Venda habilitado.
  2. Consulte o status da NFS-e na prefeitura.
  3. Escolha entre:
  4. Valide se o Job está configurado para o período correto e à coligada adequada.