Os fluxos são os mecanismos que definem para qual atividade a solicitação deve seguir. São eles que determinam o caminho que a solicitação percorrerá conforme as etapas ou atividades vão sendo concluídas.
Os fluxos são representados por setas que indicam o sentido da movimentação, que poder ser apenas de ida – da atividade de origem para a atividade destino – ou de retorno – da atividade destino para a atividade de origem.
Os tipos de fluxos disponíveis para utilização são detalhados a seguir.

O fluxo comum é o fluxo padrão para movimentação da solicitação entre as atividades. É o fluxo mais utilizado, que permite movimentar a solicitação de uma atividade para outra sem a possibilidade de retornar para a atividade anterior.
O fluxo comum é representado por uma seta que indica a direção para onde a solicitação será movimentada.

O fluxo automático movimenta a solicitação automaticamente para a atividade destino quando o prazo da atividade de origem foi atingido e ela ainda não foi concluída, ou seja, a solicitação ainda não foi movimentada para a próxima etapa.
O fluxo automático é representado por um relógio no meio da seta que indica a direção para onde a solicitação será movimentada.
Para que o fluxo automático funcione corretamente, é necessário que:
→ Como o fluxo automático somente movimenta a solicitação depois que o prazo da atividade de origem foi atingido, é necessário configurar também um fluxo comum na atividade de origem para permitir a movimentação convencional, ou seja, para permitir que a solicitação seja movimentada antes de atingir o prazo de conclusão da atividade de origem. → Durante a execução de um fluxo automático, não há um usuário autenticado realizando a movimentação. Portanto, eventos que utilizam o usuário autenticado por meio de APIs devem considerar esse fato para evitar inconsistências na execução. |

O fluxo de retorno permite voltar a solicitação para a atividade de origem.
Quando a solicitação é movimentada da atividade de origem para a atividade destino por meio de um fluxo que permite retorno, ao concluir a atividade destino, será permitido retornar a solicitação para a atividade anterior, ou seja, a de origem.
O responsável que receberá a solicitação será a mesma pessoa que concluiu a atividade de origem anteriormente, ou seja, que a movimentou para a atividade destino pela última vez.
O fluxo de retorno é representado por uma seta partindo da atividade destino e direcionando para a atividade de origem.
Fluxos automáticos também podem ser configurados para permitir retorno. Neste caso, sua representação também terá um relógio no meio da seta, da seguinte forma:
.
O fluxo de retorno somente pode ser utilizado na versão do processo na qual a solicitação se encontra durante a movimentação. Por isso, se a solicitação é convertida para outra versão do processo, na sua primeira movimentação depois da conversão, ela não pode retornar para a atividade anterior, visto que haverá uma movimentação que representa a conversão e, portanto, perderá a possibilidade de retorno imediato. |

01. No diagrama do processo, clique no componente Fluxo
que deseja configurar.
As configurações disponíveis são exibidas na lateral direita. |
02. Na aba Tipo de fluxo, defina as informações gerais do fluxo.
Tipo de fluxo
Título do fluxo comum Fluxo de retorno Título do fluxo de retorno |
03. Clique na aba Mensagem do fluxo para personalizar a mensagem exibida quando a solicitação passar por esse fluxo.
A mensagem do fluxo é exibida ao concluir a movimentação da solicitação da atividade de origem para a atividade destino. Essas mensagens já existem por padrão, porém, é possível personalizá-las se desejado.
Título
Descrição
Texto do link da solicitação
|
04. Clique em Salvar rascunho – localizado na parte superior – para salvar as configurações feitas no componente Fluxo.